Foto: Reprodução/The Red Herald
Reproduzimos material disponibilizado no portal revolucionário internacional The Red Herald.
Movimentos revolucionários e populares, juntamente com ativistas pró-Palestina, saíram às ruas em Medellín, neste dia 7 de outubro, por ocasião do segundo aniversário do Dilúvio Al-Aqsa.
O jornal Nueva Democracia explica que «o dia se destacou como uma das maiores manifestações realizadas em Medellín nos últimos dois anos e pela sua combatividade contra os grandes monopólios, particularmente o McDonald’s, patrocinador das forças de ocupação israelitas e, portanto, do genocídio na Palestina». Entre as ações combativas, bandeiras israelitas e americanas e efígies de Trump e Netanyahu foram queimadas.
O Nueva Democracia relata tentativas de impedir e reprimir a manifestação por um grupo afiliado ao gabinete do presidente da câmara de Medellín, composto principalmente por civis, na sua maioria membros reformados das forças repressivas. Este grupo agiu em colaboração com as forças repressivas do Estado, que atacaram a manifestação e espancaram brutalmente um jovem.
Apesar das tentativas de impedir o protesto, a mobilização foi bem sucedida, massiva e combativa.









