Foto: Redes sociais/MPPM
Mesmo sob chuva e frio, centenas de pessoas reuniram-se no Porto no passado sábado (29/11) para denunciar o genocídio perpetrado em Gaza pelo Estado nazi-sionista de “Israel”. A concentração se iniciou às 15h na Praça da Batalha e seguiu rumo à Trindade.
Apesar das condições adversas, centenas de pessoas marcaram presença, desde participantes dos movimentos pró-Palestina locais, militantes organizados em colectivos a massas não organizadas.
Mesmo sob a crescente vigilância policial do velho Estado português, que vigiou toda a marcha e gerou evidente cautela entre muitos manifestantes. Mesmo assim, a intervenção das massas manteve-se firme.
Brigadistas da Revista Nova Aurora distribuíram panfletos e revistas, conversaram com os manifestantes e divulgaram o evento em memória dos 38 anos da Primeira Intifada, que terá lugar no próximo dia 9/12.
A presença de massas em geral demonstrou mais uma vez que cada vez mais elementos a se juntar às lutas anti-imperialistas por todo o país, e que sempre que há intervenção consequente, a consciência geral das massas em Portugal se eleva. A expectativa sustentada por sectores do movimento revolucionário português é que, à medida que se aprofundem as contradições do imperialismo dentro e fora do país, se aprofunde também a consciência revolucionária das massas, durante tanto tempo adormecida e atacada pela influência dos reaccionários e oportunistas.
