Foto: Reprodução/ The Red Herald
Patilhamos aqui uma tradução não oficial da matéria presente no jornal revolucionário The Red Herald.
O imperialismo ianque tem, nos últimos dias, vindo a concentrar as suas forças militares à volta do Irão em preparação para um possível ataque à sua infraestrutura nuclear. Os EUA alertaram que, se o Irão não cessar o desenvolvimento do seu programa nuclear, um ataque poderá ser iminente.
Trump, aquando do fim das negociações de paz com o Ministro dos Negócios Estrangeiros iraniano, Abbas Aragachi, em Genebra, ameaçou que um novo ataque poderia ocorrer “provavelmente dentro de dez dias”.
Durante as negociações sobre o programa nuclear, que ocorreram no dia 17 de fevereiro, a Marinha dos EUA já estava a posicionar os seus navios. O Lincoln Carrier Strike Group, liderado pelo USS Abraham Lincoln, foi observado pela última vez no Mar Arábico do Norte. O Ford Carrier Strike Group também se encontra em direção à região.
No dia 19 de fevereiro, as Forças Armadas iranianas fecharam o Estreito de Ormuz para realizar um grande exercício militar, que incluiu a Rússia. A Nova Democracia (AND) relata que: “dessa forma, o Irão pretende dissuadir a agressão imperialista Yankee, enquanto a Rússia tem interesse em manter o regime iraniano como um fator estratégico para evitar o completo deterioramento da presença russa na região.”
A AND prossegue relatando que: “Buscando unir as diferentes forças no Irão em torno da defesa da integridade nacional, após dois meses de repressão, no dia 13 de fevereiro, o governo iraniano iniciou o processo de libertação dos cidadãos detidos por excessos policiais que não estavam envolvidos com conspiradores sionistas, emitindo um pedido de perdão e um apelo à defesa nacional face às ameaças yankees.”
