Fonte: The Red Herald
Em Estocolmo, na Suécia, nos últimos dias, uma ação foi realizada por revolucionários contra uma lei “nova, mas antiga” que entrou em vigor há alguns meses, mais precisamente a 2 de julho de 2025.
A lei que criminaliza enfrentamentos verbais feitos pelas massas a “funcionários públicos”, neste caso referindo-se principalmente às forças armadas do Velho Estado. Os infratores podem ser punidos com penas até seis meses de prisão, tendo como principal alvo a população oprimida do país, que acaba acorrentada a um regime dracónico.
Esta medida de defesa do velho estado surge num contexto de decomposição do imperialismo, seguido de um aumento da luta interna no país, que leva a polícia a realizar ataques constantes contra as massas e manifestantes, como ocorreu na “Rebelião da Páscoa” de 2022, revolta justa das massas contra os reacionários e as suas forças de segurança. Verdadeiros mercenários, que mesmo armados, tremeram diante do povo organizado que tomava as ruas de assalto.
A Revolução Proletária Mundial avança e a burguesia treme!
Este episódio, tal como muitos outros que se expressam por toda a Europa e pelo mundo, escancaram o avanço da Revolução Proletária Mundial – com os movimentos de reconstituição das organizações revolucionárias em centenas de nações e o avanço das Guerras Populares em países como Índia, Filipinas, Turquia e Peru, bem como a vitoriosa Revolução Agrária em curso no Brasil – avanço esse que cria no velho estado um sentimento de pavor, principalmente naqueles países de exploraram e escravizaram por séculos centenas de povos pelo mundo, levando a que sejam agonizadas alianças com os ultra-reacionários e os ataques das forças armadas burguesas contra as massas.
Esta realidade expressa-se em Portugal sob os recentes casos de membros das forças armadas ligadas a grupos neo-nazis como o “1143” ou o “Movimento Armilar Lusitano”, verdadeiras milícias armadas ligadas ao partido ultra-reacionário CHEGA, liderado pelo chefe fascista André Ventura.
Face ao aumento da repressão do velho estado é necessário levantar casa vez mais alto a bandeira da guerra popular, que avança principalmente no Brasil sob o estandarte da Revolução Agŕaria, mas também no Filipinas, Índia, Peru e Turquia.
