Foto: Banco de dados Nova Aurora.
No ultimo dia 14 de Março de 2026, sábado, realizou-se em Sintra, no espaço cultural Mbongi, um cine-debate dedicado a impulsionar a memoria de Alípio de Freitas, propositalmente escamoteado pelos oportunistas e revisionistas que temem sua força verdadeiramente revolucionária, perante as massas portuguesas. O evento, organizado pela revista Nova Aurora em conjunto com o Comité de Apoio à Nova Aurora em Lisboa, teve apoio da Ação Anti-Imperialista (AAI),do Coletivo Mumia Abu-Jamal (CMA-J), do Núcleo de Estudos Manuel Quirós e do CEBRASPO Europa, juntou militantes, apoiantes, simpatizantes e pessoas interessadas em conhecer mais sobre a caminhada do Alípio de Freitas junto do camponeses.
Após a exibição do filme A Causa e a Sombra, de Tiago Afonso, foi aberta a palavra para os convidados que haviam conhecido e convivido com o Alípio de Freitas. Estes contaram desde histórias pessoais a episódios ilustres que ouviram e viveram, onde o Alípio carregava consigo firmeza, alegria e bondade, características bem conhecidas por todos. Ao fim, muitos deixaram um recado para a nova geração de democratas e revolucionários, parabenizando-os por terem a iniciativa de relembrar uma figura tão ilustre, tão esquecida pelas massas portuguesas e tão apagada pelos oportunistas e revisionistas. Aqueles que conheceram o grande revolucionário entregaram à nova geração a responsabilidade de continuarem a luta pela qual ele deu a sua vida.
Por último, a Direção da Revista Nova Aurora deixou um recado aos presentes, o qual transcrevemos aqui:
“Para finalizar, queremos saudar todos os que conseguiram comparecer a este cine-debate, é muito importante ter aqui a vossa presença e as vossas histórias. De forma rápida, queremos apenas deixar uma curta mensagem, de que nunca deixaremos a história de nenhum dos justos e bravos revolucionários portugueses ser deixada no canto da história, como têm vindo a fazer os oportunistas e revisionistas de toda a linha em Portugal, com isto não nos referimos apenas ao Alípio de Freitas, mas como também ao Manuel Quirós, ao José Gregório, à Maria dos Santos Machado e muitos outros, hoje escamoteados. Por todos eles, anunciamos que este é o fim da Primeira Edição do Memorial Alípio de Freitas, dedicado a todos os companheiros que continuam e continuarão sempre presentes na luta.”
Terminados os discursos, foi feito um apelo aos presentes para acompanharem as Guerras Populares dirigidas em todo o mundo e os povos que se levantam contra a exploração, a opressão e a dominação imperialista.




