Momento do ataque ianque e nazi-sionista a Teerã, Irã, neste sábado, 28 • Foto: Reprodução/AP.
Partilhamos matéria publicada na imprensa popular e democrática brasileira A Nova Democracia, com alterações linguísticas para facilitar a leitura.
O ‘Grande Satã’ EUA e a entidade nazi-sionista de ‘israel’ lançaram na manhã do dia 28 de fevereiro um ataque conjunto a diversas cidades no Irã. A capital, Teerã, foi bombardeada múltiplas vezes, atingindo áreas próximas ao palácio presidencial e instalações ligadas ao líder supremo Ali Khamenei. A resposta iraniana foi imediata. Uma contra ofensiva em larga escala contou com mísseis e drones lançados contra ‘israel’, além de diversas outras bases ianques na região. Foram atingidas a base aérea de Al Udeid, no Catar, a base aérea de Al-Salem no Kuwait, a base aérea de Al-Dhafra nos Emirados Árabes Unidos e o quartel-general da Quinta Frota dos EUA no Bahrein. Na contra ofensiva iraniana o radar ianque FP132, com alcance de 5000km localizado no Catar especializado em detecção de mísseis balísticos foi completamente destruído.
O bombardeio do dia 28 vem após um período de escalada nas pressões militares, políticas e econômicas, causadas unilateralmente pelo imperialismo na região. Ainda no dia 15 de janeiro, o canídeo Trump havia declarado estar com o “dedo no gatilho”, com forças militares apontadas para o Irã. Um dos porta aviões ianques havia se deslocado para a região, e mais recentemente, outro porta aviões adentrou o mediterraneo, apesar de estar apresentando graves problemas internos. Diante da ameaça, o ex-comandante da Guarda Revolucionária Islâmica Mohsen Rezaei respondeu: “cortaremos esse dedo para que isso fique de lição na história do EUA”, após indicar que, em caso de um novo ataque à nação iraniana, ataques massivos seriam realizados contra as bases ianques localizadas no Oriente Médio.
Por volta das 8 horas da manhã de sábado, explodiram os primeiros mísseis imperialistas no território iraniano, atingindo Teerã e logo em seguida cidades como Isfahan, Qom, Karaj, Kermanshah, Tabriz. As mais recentes apurações relatam que já chegam a 14 cidades atingidas por todo o país. A operação é denominada pelos demônios ianques como “Operation Epic Fury”, e foi descrita por Trump como “massiva e continuada”. A operação mais recente coloca em contradição a afirmação imperialista de que havia obliterado a capacidade nuclear iraniana em ataques no dia 23 de junho de 2025, enquanto hoje ainda declara essa destruição como uma necessidade.
O imperialismo ianque alega estar fazendo um esforço em neutralizar “uma ameaça existencial” ao “povo estadunidense” e seus aliados, assim como também alega ‘israel’. Em depoimento oficial, o canibal Trump afirma a intenção de “obliterar” as capacidades militares iranianas, de depor o regime iraniano e de instaurar um fantoche seu. “Todas as forças revolucionárias, o exército e polícia iranianas devem entregar suas armas, ou encararam sua morte certa”, vocifera. Ao povo iraniano, Trump aconselhou que não saiam de casa, pois múltiplas bombas cairão nos próximos momentos. Ao mesmo tempo, bombardeou ao sul do Irã uma escola primária de meninas, matando 50 estudantes. Segundo o monopólio de imprensa Reuters, os ataques criminosos teriam vitimado o ministro da Defesa do Irã, Amir Nasirzadeh, e o chefe das forças terrestres da Guarda Revolucionária, Mohammed Pakpour, informação que, entretanto, não possui confirmação do regime iraniano.
Ebrahim Azizi, chefe da comissão de segurança nacional do parlamento iraniano se pronunciou em declaração contra o Grande Satã e o nazi-sionismo: “Agora vocês começaram a trilhar um caminho cujo fim não está mais sob seu controle.”
Segundo o monopólio Reuters, os ataques criminosos teriam vitimado o ministro da Defesa do Irã, Amir Nasirzadeh, e o chefe das forças terrestres da Guarda Revolucionária, Mohammed Pakpour, informação que, entretanto, não possui confirmação do regime iraniano.
