Foto: Reprodução/ The Red Herald.
Partilhamos aqui uma tradução não oficial da matéria presente no jornal revolucionário The Red Herald.
O Novo Exército Popular derrotou o 68.º Batalhão de Infantaria em Mindoro Ocidental, no dia 29 de março de 2026. Este foi o segundo confronto numa semana. Um oficial foi morto e outros dois soldados ficaram feridos. Após esta derrota, os soldados do velho Estado fugiram e, em retaliação, raptaram uma civil, uma jovem ativista cultural, Charlize Garzon, conhecida como «Ceeka» pelos seus amigos e familiares.
Charlize Garzon era voluntária num programa em comunidades carenciadas e dedicava-se a esta tarefa com todo o seu empenho enquanto ativista cultural. O PRWC salienta que «as Forças Armadas fascistas das Filipinas têm um histórico comprovado de violação das leis de guerra, tais como detenções ilegais, apresentação de acusações forjadas, abusos e tortura dos seus detidos. É necessário libertar o civil detido e opor-se à iminente apresentação de acusações forjadas contra ele pelo Estado fantoche.»
O Kabataang Makabayan – Balangay John Paul Calica condenou a detenção da jovem ativista. Afirmam que se trata de uma «tentativa desesperada de encobrir o seu fracasso no confronto que ocorreu com a unidade do Novo Exército Popular (NEP)» e que estão a tentar retratar Ceeka como «uma terrorista». Os seus colegas estudantes, mãe, irmã e grupos de direitos humanos na área também estão a ser alvo de assédio.
Salientam que Ceeka deixou «para trás as comodidades da cidade para viver e servir o povo indígena Mangyan-Buhid. A sua mudança para o campo não foi um crime, mas uma resposta honrosa ao apelo para servir.»
O KM conclui a declaração encorajando «todos os jovens a irem para o campo, pegarem em armas e juntarem-se ao Novo Exército Popular.»
